A volta
Olho para baixo e vejo,
Meu próprio funeral.
Tão poucos amigos,
Tantos parentes.
Tantos risos contidos,
Todos contentes.
Por um momento penso em voltar
E sorrir com eles,
A felicidade de estar,
Num ambiente estranho e ermo,
Livre das correntes que me prendiam
A mim mesmo.
(um poeminha da fase "Augusto dos Anjos"...)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
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